A apresentação do cantor Bad Bunny no intervalo do Super Bowl, no domingo (8), será mais uma marca da trajetória recente do artista, que tem batido um recorde atrás do outro. A expectativa para a final da NFL, a maior liga de futebol americano dos Estados Unidos, é que um nível inédito de audiência seja alcançado com a apresentação do músico porto-riquenho.
O show é aguardado pelos fãs e criticado por Donald Trump e por apoiadores dele. O presidente americano disse em uma entrevista que a escolha de Bad Bunny como atração era uma loucura e que nunca tinha ouvido falar no cantor. O governo americano também prometeu enviar agentes de imigração para os arredores do show, já que o artista costuma atrair muitos latinos.
Bad Bunny foi o músico mais ouvido em 2025 no Spotify, com 19,8 bilhões de reproduções, e conquistou um marco histórico há uma semana, no Grammy: levou três troféus, inclusive o de álbum do ano; foi a primeira vez que um disco cantado em espanhol ganhou a principal estatueta da premiação americana.
Os superlativos também marcam a turnê de seu álbum mais recente, “Debí Tirar Más Fotos”. Os shows têm registrado máximas de arrecadação e público em países pelos quais já passaram, como a República Dominicana. Em 20 de fevereiro, a turnê chega ao Brasil, com duas apresentações em São Paulo.
O Café da Manhã é publicado de segunda a sexta-feira, sempre no começo do dia. O episódio é apresentado pelos jornalistas Gabriela Mayer e Laura Lewer, com roteiro de Daniel Castro e Laura Lewer e produção de Gustavo Luiz, Laura Lewer e Lucas Monteiro. A edição de som é de Thomé Granemann.
Fonte ==> Folha SP