12 séries de jogos que fizeram muito sucesso e desapareceram

12 séries de jogos que fizeram muito sucesso e desapareceram

O mercado de games é altamente dinâmico e competitivo, o que faz com que nem mesmo grandes sucessos estejam garantidos a longo prazo. Franquias que vendem milhões e conquistam reconhecimento global podem, com o tempo, perder espaço e acabar esquecidas pelas próprias empresas que as criaram.

Esse fenômeno acontece por diversos fatores. Decisões estratégicas, mudanças tecnológicas e até o desempenho comercial de títulos mais recentes podem impactar diretamente a continuidade de uma série. Em alguns casos, o público muda; em outros, são as empresas que passam a priorizar novas propriedades intelectuais.

Além disso, a evolução da indústria também exige reinvenção constante. Franquias que não acompanham tendências ou que enfrentam lançamentos mal recebidos acabam ficando para trás. A seguir, o Voxel relembra 12 séries que já foram grandes destaques, mas desapareceram do mercado.

  • Leia mais: 10 melhores jogos de luta lançados nos últimos 10 anos

12. Dino Crisis

Lançado originalmente no PlayStation, Dino Crisis se destacou por misturar survival horror com dinossauros, explorando uma possibilidade inédita no gênero, mas com um forte capricho de Shinji Mikami, mesmo diretor de Resident Evil.

O primeiro jogo teve grande repercussão, mas suas sequências não mantiveram o mesmo nível de sucesso, contribuindo para o abandono da franquia ao longo dos anos. Ainda assim, segue viva uma comunidade que espera um remake do primeiro game, principalmente considerando a revitalização de outros clássicos de Mikami.

11. Splinter Cell

Splinter Cell estreou no Xbox, aparecendo no PC e no PS2 logo em seguida. Rapidamente, o game virou referência em jogos de stealth, com foco em infiltração e estratégia, além do protagonismo de Sam Fisher.

A franquia recebeu vários títulos, sendo o último deles o Splinter Cell: Blacklist. Apesar do sucesso, não foram lançados novos jogos.

Apesar disso, a franquia segue viva por meio de participações especiais em outros jogos, mantendo relevância indireta. Uma notável colaboração está em Rainbow Six Siege, em que Sam Fisher assumiu o papel do agente Zero.

10. Burnout

Burnout surgiu no PlayStation 2 e ficou conhecido por sua jogabilidade arcade focada em velocidade, colisões e modos de destruição icônicos. Eram jogos de corrida arcade apegados à adrenalina.

Com o passar do tempo, mudanças no mercado de jogos de corrida e a falta de novos lançamentos relevantes levaram ao desaparecimento da série. O último jogo foi Burnout Crash!, lançado em 2011 para PS3 e Xbox 360.

9. Driver

Driver teve início no PlayStation como um dos jogos de mundo aberto mais impressionantes da época. O primeiro game contava com gráficos tridimensionais e um mundo complexo, incluindo a possibilidade de sair e entrar de carros – algo que Grand Theft Auto fez só no PS2.

Apesar da grande influência no gênero, a franquia perdeu espaço com a ascensão de outros títulos de mundo aberto. Algumas decisões ruins acerca da franquia também a colocaram em segundo plano.

Vale mencionar que um dos jogos mais conhecidos da franquia, Driver: San Francisco, foi removido das lojas digitais e é bem difícil de comprar. A história também era bem exótica, principalmente em comparação com os jogos anteriores.

8. Syphon Filter

Outro sucesso do primeiro PlayStation, Syphon Filter conquistou fãs ao combinar ação com espionagem em missões variadas em terceira pessoa.

Mesmo com boa recepção inicial, a série deixou de receber novos jogos, refletindo mudanças nas prioridades da indústria. Hoje, games da franquia estão disponíveis por retrocompatibilidade no PlayStation 5.

7. Twisted Metal

Twisted Metal colocou jogadores do PlayStation 1 em um torneio caótico de combate veicular com o único objetivo de destruir os adversários. A proposta era simples, mas os personagens eram carismáticos e o sistema de combate garantia muitas horas de tiroteio.

Apesar de tentativas de retorno, a franquia não conseguiu se firmar novamente no mercado moderno. Atualmente, existe até uma série ambientada no universo do game.

6. Guitar Hero

Guitar Hero começou no PlayStation 2 e se tornou um fenômeno global ao popularizar jogos musicais com controles em formato de guitarra.

Foram inúmeros lançamentos na franquia, o que gerou uma saturação do gênero. O periférico dedicado ao título também era caro e difícil de encontrar por aí.

O jogo até ensaiou um retorno em 2015, com Guitar Hero Live, mas não vingou por diversos motivos.

5. Def Jam

Def Jam surgiu no PlayStation 2 e ganhou destaque por misturar luta com artistas do hip-hop e um retrato caricato da indústria musical dos anos 2000.

O jogo fez sucesso no título de estreia, Def Jam: Fight for NY. As sequências Def Jam Vendetta e Def Jam: Icon não fizeram o mesmo sucesso com o público.

Atualmente, a franquia não tem nenhum sinal de retorno. Afinal, o custo de licenciamento para tantos ícones da indústria deve ser extremamente alto.

4. Midnight Club

Foi-se o tempo em que a Rockstar fazia mais de um jogo por década, e nessa época um dos destaques era Midnight Club. A franquia de jogos de corrida estreou no PS2 e concorria diretamente com Need for Speed com corridas de rua e um mundo rico em detalhes.

Com a mudança de foco da desenvolvedora, a série deixou de receber novos jogos e perdeu espaço no mercado. Hoje, não se fala em mais nada além de GTA 6.

3. Jak and Daxter

Jak and Daxter começou no PlayStation 2 e foi um dos grandes nomes dos jogos de plataforma, com destaque para seu mundo expansivo.

Mesmo sendo muito querida, a franquia não avançou para novas gerações com títulos inéditos.

2. Prototype

Prototype foi lançado no PlayStation 3 e Xbox 360, trazendo ação em mundo aberto com habilidades especiais e grande liberdade.

Foram lançados dois jogos, sendo o segundo considerado um refinamento direto do título de estreia – uma verdadeira “power trip”. Contudo, quando o gênero minguou, a franquia foi junto.

1. Army of Two

Army of Two estreou no PlayStation 3 e Xbox 360, com foco em jogabilidade cooperativa entre dois personagens. O game foi um dos principais lançamentos da época em que “cover shooters” eram o gênero do momento.

O game, que também podia ser jogado solo, tinha um forte apelo às dinâmicas de cooperação, incluindo sistemas de notoriedade entre inimigos e gameplay em tela dividida.

O último título da franquia, Army of Two: The Devil’s Cartel, foi lançado em março de 2013 para Xbox 360 e PS3, mas fracassou com a crítica pública e a especializada. A EA então colocou a franquia na gaveta.

  • Confira: 20 jogos cooperativos para jogar com os amigos em 2026

Sentiu falta de alguma franquia nessa lista? Continue acompanhando o Voxel para mais conteúdos sobre games, análises e curiosidades da indústria.

Fonte ==> TecMundo

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

7 - 2 = ?
Reload

This CAPTCHA helps ensure that you are human. Please enter the requested characters.